Foto: Matthew Stockman / Getty Images Roland Garros é conhecido por ser o Grand Slam "mais brasileiro" de todos. Além do tricampeonato de Gustavo Kuerten e do título de Marcelo Melo, em 2015, o torneio costuma receber muitos tenistas do Brasil por ser disputado no saibro. Porém, em 2018, apenas uma está garantida na chave principal da competição. Bia Haddad Maia, atual 63ª do ranking da WTA, entrou direto e disputará o torneio pela segunda vez na carreira. No masculino, os jogadores vão precisar passar pelo qualifying.
>> Lutando com a garra peculiar pela vaga na Olimpíada, Pâmella Oliveira encara os treinos na altitude da Cidade do México com muito otimismo. Sabe que nesta reta final de pontuação para Londres todo o esforço é válido. Abaixo um ping-pong com a fera que após treinos similares colocou no peito a luminosa medalha de bronze no Pan México 2011.
Cansaço - Estamos chegando na reta final e o cansaço está demasiado. Mas obtive boa qualidade nos treinos aqui em cima.
Gás - Terei um gás a mais quando descer e fizer as provas. O ganho aqui em cima é de grande valia, como pude perceber no trabalho que fiz antes dos Jogos Pan-Americanos.
Recuperação - Quando o cansaço vem, vem com vontade (risos). De um dia pro outro você passa de bem pra muito cansado, é preciso muito cuidado na recuperação.
Memória - Foi interessante ver a memória do meu corpo para o treinamento em altitude. Minha adaptação foi muito mais tranquila e rápida do que da primeira vez. E agora estamos mais alto.
Apoio - A CBTri está investindo bem em coisas que com certeza irão fazer diferença no nosso resultado pessoal e pro triathlon brasileiro.
Agenda - Próximas provas são em Mooloolaba e Sydney, na Austrália e depois sigo direto pra mais uma prova no Japão.
Saudade - Nos dias mais difíceis do treinamento é impossível não pensar nas pessoas que gostamos. Mas os e-mails, mensagens no celular, estão aí pra isso e, a força que eles dão ajuda muito.
por Confederação Brasileira de Triathlon

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