Bia Haddad única brasileira a entrar na chave principal em Roland Garros

Foto: Matthew Stockman / Getty Images Roland Garros é conhecido por ser o Grand Slam "mais brasileiro" de todos. Além do tricampeonato de Gustavo Kuerten e do título de Marcelo Melo, em 2015, o torneio costuma receber muitos tenistas do Brasil por ser disputado no saibro. Porém, em 2018, apenas uma está garantida na chave principal da competição. Bia Haddad Maia, atual 63ª do ranking da WTA, entrou direto e disputará o torneio pela segunda vez na carreira. No masculino, os jogadores vão precisar passar pelo qualifying.

Triathlon: Fabíola Gomes, grata revelação a serviço do triathlon

Triathlon: Fabíola Gomes
>> Uma das grandes revelações do triathlon feminino nacional, Fabíola Gomes não esconde a alegria pela recente convocação para a Seleção Brasileira Sub-23 que atuará na temporada de 2012.

“É coisa nova, que não imaginava. Isso é motivação enorme para qualquer atleta”, destacou.

A atleta deixa no ar certo mistério em relação aos planos para 2012 na seleção brasileira, mas, não tenha dúvidas: sempre aspirando a superação.

“Penso em focar nas provas sprint ainda, quem sabe alguma mudança de plano...Mas a princípio é isso, e também provas classificatórias para o Pan, e provas internacionais”, destacou.

“Em 2012 planejo também alcançar minhas metas de tempos pessoais, encaixar nas provas e focar bastante nos treinamentos, subindo um degrau de cada vez”, acrescentou.

Para Fabíola o momento mais emocionante em sua carreira aconteceu no Canadá.

“Foi quando estava na largada para o Panamericano júnior que aconteceu em Edmonton. Não só por ser a minha primeira competição internacional no triathlon como também por conseguir estar lá”, recordou.

Ela não esconde que tem dois grandes ídolos no esporte. No triathlon, o medalhista de ouro no Pan do México, Reinaldo Colucci “que é um exemplo de dedicação”; e fora do triathlon, o tenista americano, André Agassi.

A bela atleta destaca que muitas pessoas tiveram participação em sua carreira.

Triathlon: Fabíola Gomes

“Como a Ana Chaves minha primeira professora de natação; Ricardo Colombo que é meu ex-técnico de natação. Uma pessoa que não só construiu uma base na modalidade, mas construiu uma forte ligação de segundo pai, que mantenho até hoje”, disse.

“O Cali, que de tanto falar, me convenceu a tentar no triathlon, o que não foi uma má idéia (risos)”, continuou.

“Eduardo Braz que é meu técnico atual que apesar de pouco tempo de convivência acredito no seu trabalho. Não poderia deixar de falar também do cara que sempre me apoiou e que amo tanto...Pai”, concluiu.

A família sempre também teve atuação super positiva. “Não tenho o que reclamar, sempre fui incentivada no esporte pelo meu pai e minha mãe que estiveram sempre comigo independentemente das minhas escolhas”, disse.

Fabíola “veio” da natação. “Estudava de manhã e treinava o máximo que dava, pois também tinha que estudar”, recordou.

“O cali sempre falava comigo no clube em que eu treinava ‘Por que você não começa? É uma nova experiência, se você não gostar não precisa ficar...sem pressão!

E se gostar, vamos pra frente’. Resolvi tentar...e aí estou (risos)”, finalizou.
Disputar uma Olimpíada é sonho de Fabíola, que finaliza agradecendo ao SESI-SP “ pelo grande apoio que vem crescendo cada vez mais”.

por Confederação Brasileira de Traithlon

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