Bia Haddad única brasileira a entrar na chave principal em Roland Garros

Foto: Matthew Stockman / Getty Images Roland Garros é conhecido por ser o Grand Slam "mais brasileiro" de todos. Além do tricampeonato de Gustavo Kuerten e do título de Marcelo Melo, em 2015, o torneio costuma receber muitos tenistas do Brasil por ser disputado no saibro. Porém, em 2018, apenas uma está garantida na chave principal da competição. Bia Haddad Maia, atual 63ª do ranking da WTA, entrou direto e disputará o torneio pela segunda vez na carreira. No masculino, os jogadores vão precisar passar pelo qualifying.

Tiro Esportivo: Por sonhada final olímpica, Ana Luiza Ferrão, do tiro, fará maratona em 2012

Tiro Esportivo: Ana Luiza Ferrão
Foto: Wander Roberto / Inovafoto / COB
>> A medalha dourada no Pan, com direito a recorde na competição em Guadalajara, rendeu a Ana Luiza Ferrão o prêmio de Melhor do Ano no tiro esportivo. A conquista deixou a carioca satisfeitíssima com a própria evolução e, ao mesmo tempo, a permitiu sonhar com vitórias ainda mais expressivas. E, para que o sonho de disputar uma final olímpica em Londres-2012 se torne realidade, a major do Exército se prepara para uma maratona de provas no início do próximo ano.

Ana Luiza foi a primeira atleta brasileira a carimbar o passaporte em um esporte individual, na pistola 25m. Em novembro de 2010 a atiradora conseguiu a vaga para as Olimpíadas e a chance de treinar sem a necessidade de obter outros resultados. Para apurar a técnica e aguentar a pressão em uma eventual disputa por medalhas na Inglaterra, ela participará de 16 torneios no primeiro semestre.

- Já tenho várias competições marcadas, pois quero pegar o máximo de experiência internacional possível para chegar bem lá. Serão cinco torneios em pistola esporte, contando com Londres, e mais 11 na pistola de ar. São os mesmos fundamentos, as mesmas habilidades. Considero a pistola de ar mais difícil, mas ela servirá como um treino para a minha prova mais forte – explicou.

Mais do que afiar a pontaria, Ana Luiza espera melhorar o controle mental durante as provas. A atleta ressalta que, com o formato atual dos Jogos em sua modalidade, manter-se focada é um diferencial no momento decisivo.

- Só temos um dia de prova, e as melhores vão na final. Quando estão ali apenas as oito primeiras, é muito emocionante. É uma prova que admite muita variação na pontuação, em que a oitava colocada pode ir para o primeiro lugar, em que a líder pode cair para sétimo. Quero estar o mais preparada e acostumada possível com esse tipo de situação para não ter medo quando for preciso ser firme.

por Helena Rebello - GloboEsporte.com

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