Foto: Matthew Stockman / Getty Images Roland Garros é conhecido por ser o Grand Slam "mais brasileiro" de todos. Além do tricampeonato de Gustavo Kuerten e do título de Marcelo Melo, em 2015, o torneio costuma receber muitos tenistas do Brasil por ser disputado no saibro. Porém, em 2018, apenas uma está garantida na chave principal da competição. Bia Haddad Maia, atual 63ª do ranking da WTA, entrou direto e disputará o torneio pela segunda vez na carreira. No masculino, os jogadores vão precisar passar pelo qualifying.
| Foto: Edson Lopes Jr / Terra |
>> O Brasil viveu nesta terça-feira um dos momentos mais importantes da história do seu handebol. Jogando no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, a seleção brasileira feminina conseguiu uma vitória emocionante sobre a vice-campeã mundial França, de virada, por 26 a 22, chegando à sua terceira vitória no Campeonato Mundial. A torcida e a goleira Chana foram determinantes no resultado.
Até o intervalo, só deu França, que venceu a primeira etapa por 17 a 10. Mas, no handebol, é comum que duas goleiras se revezem. Uma é titular no primeiro tempo, outra no segundo. Assim, a experiente Chana Masson, de 32 anos, entrou no lugar da novata Babi e mudou a cara do jogo.
Chana ajudou não só com sua atuação fantástica, mas também por ter chamado a torcida para jogar junto com o Brasil. Com cerca de 15 minutos de segundo tempo, o time brasileiro já havia diminuído a diferença para 21 a 19. Com a torcida empurrando, a virada era questão de tempo.
Depois, foram quase outros 15 minutos sem sofrer um gol, o que só aconteceu nos últimos segundos, quando o Brasil já tinha quatro gols de folga. Após o apito final, muita festa das brasileiras no centro da quadra, comemorando a vitória como se fosse título mundial. Não à toa, Chana foi eleita a melhor do jogo e desabou num choro comovente.
A vitória é fundamental para as pretensões do Brasil no Mundial. Única invicta do grupo, a seleção brasileira joga novamente na quinta-feira, contra a Romênia, outra adversária difícil, novamente no Ibirapuera. Se vencer, deve ficar com o primeiro lugar do Grupo C, uma vez que fecha a competição contra a frágil Tunísia.
Assim, seguiria no Ibirapuera para as quartas de final, enfrentando o quarto colocado do Grupo D, provavelmente a Argentina, adversária também teoricamente muito mais frágil. Nas quartas de final, fase que já será toda jogada no Ibirapuera, enfrentaria o terceiro do Grupo A ou o segundo do Grupo B em busca de uma inédita semifinal.
por Estadão.com.br
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