Bia Haddad única brasileira a entrar na chave principal em Roland Garros

Foto: Matthew Stockman / Getty Images Roland Garros é conhecido por ser o Grand Slam "mais brasileiro" de todos. Além do tricampeonato de Gustavo Kuerten e do título de Marcelo Melo, em 2015, o torneio costuma receber muitos tenistas do Brasil por ser disputado no saibro. Porém, em 2018, apenas uma está garantida na chave principal da competição. Bia Haddad Maia, atual 63ª do ranking da WTA, entrou direto e disputará o torneio pela segunda vez na carreira. No masculino, os jogadores vão precisar passar pelo qualifying.

Handebol: Brasil goleia Cuba na estreia do Mundial feminino

Handebol: Brasil goleia Cuba
Foto: Edson Lopes Jr / Terra
>> A Seleção Brasileira estreou no Campeonato Mundial feminino de handebol nesta sexta-feira e venceu seu primeiro compromisso no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Embalada pela campanha recente, inclusive com a conquista da medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara há um mês e meio, e sem usar a força máxima, a equipe nacional saiu de quadra com uma vitória por 37 a 21 sobre Cuba e somou seus primeiros pontos no Grupo C da competição.

Dominante em quadra diante de um adversário tinhoso, mas tecnicamente mais frágil, a Seleção Brasileira não passou por grandes apuros na partida que abriu o Mundial no Ibirapuera. A Seleção, aliás, aproveitou boa parte do jogo para fazer testes: para o segundo tempo, o técnico dinamarquês Morten Soubak inclusive entrou em quadra com muitas jogadoras que haviam começado a partida no banco de reservas.

Com destaque para as pontas Fernanda e Alexandra, artilheiras do Brasil com oito e sete gols, respectivamente. No entanto, a jogadora que recebeu o prêmio de melhor da partida foi a armadora Duda Amorim, que contribuiu com três gols. Entre as cubanas, Yenma Ramírez Milán se destacou ao marcar nove gols e terminar como artilheira da noite.
A primeira rodada da chave será completada no sábado, com duas partidas também no Ibirapuera: Romênia e Tunísia abrem a programação do dia às 15h, enquanto França e Japão medirão forças a partir das 17h15.

O Brasil só volta à quadra na segunda-feira, para fechar a segunda rodada do Grupo C no Mundial. As pupilas de Soubak terão pela frente o veloz time do Japão, cotado para ficar com uma das vagas para a próxima fase. Os quatro países mais bem colocados de cada grupo avançam às oitavas de final.

Estreia sem sustos
Diante de uma torcida pouco numerosa, mas bastante barulhenta no Ibirapuera, o Brasil dominou o primeiro tempo do duelo com as centroamericanas. Depois de a ponta direita Alexandra abrir o placar em uma jogada de contra-ataque, as anfitriãs, que arrancavam gritos estridentes da torcida a cada gol marcado, rapidamente construíram uma vantagem confortável em São Paulo: com uma média de um gol por minuto, a Seleção chegou a ter 11 a 3 com 11min de jogo.

As principais chaves do forte início brasileiro foram o bom posicionamento defensivo e a boa troca rápida de passes no ataque, o que forçava Cuba a cometer muitas faltas. As visitantes, contudo, conseguiram se ajeitar em quadra após o primeiro tempo técnico e contiveram o ímpeto verde-amarelo, que chegou aos 20min com uma diferença de 14 a 7 - diferença esta que se manteve quase inalterada até o final do primeiro tempo, que terminou com 17 a 11 a favor do Brasil.

Depois da conclusão mais apertada na primeira etapa, a Seleção Brasileira voltou melhor para os 30 minutos finais de partida e, com quatro gols em menos de três minutos, conseguiu ampliar a vantagem sobre as cubanas: 21 a 11. O único susto ficou por conta da goleira Chana, que foi acertada em cheio do rosto ao tentar fazer uma defesa e precisou receber atendimento.

Durante boa parte do segundo tempo, aliás, Soubak fez uso da vantagem confortável do Brasil e poupou nomes importantes como Alexandra, Fernanda, Duda Amorim e a própria goleira Bárbara - que ficaram poucos instantes em quadra durante a etapa final. Mesmo assim, as jogadoras que saíram do banco não decepcionaram: não passaram sufoco, controlaram o duelo nos 30 minutos decisivos sempre com uma diferença de pelo menos dez pontos até o estouro do cronômetro.

por Felipe Held - Terra

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