Bia Haddad única brasileira a entrar na chave principal em Roland Garros

Foto: Matthew Stockman / Getty Images Roland Garros é conhecido por ser o Grand Slam "mais brasileiro" de todos. Além do tricampeonato de Gustavo Kuerten e do título de Marcelo Melo, em 2015, o torneio costuma receber muitos tenistas do Brasil por ser disputado no saibro. Porém, em 2018, apenas uma está garantida na chave principal da competição. Bia Haddad Maia, atual 63ª do ranking da WTA, entrou direto e disputará o torneio pela segunda vez na carreira. No masculino, os jogadores vão precisar passar pelo qualifying.

Atletismo: Rosângela Santos, bicampeã pan-americana, vence os 100 m e os 4x100 m nos JUBs

Atletismo: Rosângela Santos
Foto: Gaspar Nóbrega / Inovafoto / COB
>> Dona de duas medalhas de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011, no México, a velocista Rosângela Santos, de 20 anos, conquistou mais dois títulos na carreira. A atleta venceu os 100 m e os 4x100 m nas Olimpíadas Universitárias JUBs 2011, que estão sendo realizadas no Centro Esportivo de Alto Rendimento (CEAR), em Campinas (SP).

"Esse título é importante para mim e principalmente para a minha faculdade, já que ela me dá bolsa para poder estudar e ter um curso superior. Fico feliz pelas medalhas, já que essa é a terceira vez que disputo os 100m rasos e nunca havia vencido", disse Rosângela.

A estudante de Educação Física da Universidade Castelo Branco (UCB-RJ), nascida nos Estados Unidos, chegou como grande favorita à final e venceu com o tempo de 11.71, conquistando seu segundo ouro na história das Olimpíadas Universitárias, já que em 2010, em Blumenau (SC), havia vencido a prova dos 200 m. Em segundo lugar ficou a piauiense Fernanda da Silva (Aliança-PI), com 11.83, seguida da alagoana Bruna Farias (Cesmac-AL), com 12.05.

No revezamento 4x100 m, a equipe da Universidade Castelo Branco (RJ) foi campeã da prova com o tempo de 48.84 e composta por Beatriz Almeida de Souza, Rosângela Santos, Lorena Lourenço e Rejane Ester Bispo da Silva.

"Seria bom para nós atletas de alto rendimento se as Olimpíadas Universitárias fossem realizadas mais no início do ano. Como é no final, vários competidores já estão bastante desgastados. Com isso, não conseguimos fazer bons tempos", comentou a campeã pan-americana dos 100 m.

Já a gaúcha Sabine Heitling, ouro no PAN do Rio 2007 e bronze em Guadalajara 2011, conquistou duas medalhas de ouro e estabeleceu dois recordes da competição para a Universidade de Santa Cruz do Sul (USCS). Nos 3.000 m com obstáculos, sua principal prova, ela venceu com o tempo de 10:10.44. Tricampeã da prova, ela havia conseguido o recorde da prova com 10:11.90, na cidade de Blumenau (SC), em 2007.

"É sempre muito bom vencer a competição, ainda mais disputando pela Universidade de Santa Cruz do Sul (RS), que é também a minha equipe de Atletismo. Esse é o segundo curso que faço, já que sou formada em Biologia e agora estou fazendo Educação Física. Poder participar desses eventos é muito gratificante", afirmou Sabine, de 24 anos.

Sabine ganhou ainda os 1.500 m, com o tempo de 4:22.09, novo recorde. O anterior também era da gaúcha, com 4:24.7, estabelecido em 2007, em Blumenau.

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por Confederação Brasileira de Atletismo

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