Bia Haddad única brasileira a entrar na chave principal em Roland Garros

Foto: Matthew Stockman / Getty Images Roland Garros é conhecido por ser o Grand Slam "mais brasileiro" de todos. Além do tricampeonato de Gustavo Kuerten e do título de Marcelo Melo, em 2015, o torneio costuma receber muitos tenistas do Brasil por ser disputado no saibro. Porém, em 2018, apenas uma está garantida na chave principal da competição. Bia Haddad Maia, atual 63ª do ranking da WTA, entrou direto e disputará o torneio pela segunda vez na carreira. No masculino, os jogadores vão precisar passar pelo qualifying.

Tênis de Mesa: Caroline Kumahara não quer só experiência no Pan

Tênis de Mesa: Caroline Kumahara
Foto: Divulgação / O Estado
>> Ao contrário de boa parte dos jovens estreantes nos Jogos Pan-Americanos, a mesa-tenista Caroline Kumahara, de 16 anos, não pretende usar o evento em Guadalajara apenas para ganhar experiência. Quer mostrar serviço e, desta forma, dar continuidade ao legado da técnica que a ensinou a jogar, Monica Dotti, medalhista no torneio continental e a quem chama de segunda mãe.

Mônica - ao lado de Lyanne Kosaka, Marta Massuda e Carla Tibério - foram as primeiras brasileiras medalhistas Pan-Americanas - bronze por equipes nos Jogos de Havana, em 1991. "Quando tinha 12 anos, meus pais mudaram para uma casa com mais espaço e resolveram colocar uma mesa na casa. E a Mônica começou a me ensinar."

O entusiasmo não veio logo de cara. "Na verdade eu jogava futsal, mas meu pai achou que eu deveria me dedicar a um esporte individual e acabei pegando gosto pelo tênis de mesa." Os resultados foram aparecendo e Carol sempre foi incentivada pela mentora.

"Eu me lembro dela grávida de sete meses, com barrigão, me dando treino. Hoje, ela já não é mais minha técnica e sim o marido dela, ao lado de mais outros dois treinadores, mas continuamos em contato. Costumamos almoçar juntas e nossas famílias se encontram. Eu a chamo de segunda mãe."

Com tanto carinho, Carol faz questão de fazer um bom papel em seu Pan de estreia e deixar Mônica orgulhosa. "Não pretendo jogar apenas para ganhar experiência. Quero dar o meu máximo."

Os desafios, explica, serão muitos. "A altitude (Guadalajara está a 1,5 mil metros) altera um pouco a bola, que fica mais leve e desliza mais na mesa, mas isso é mais no começo do ponto. Uma dificuldade também é que não pudemos treinar no local das competições, porque ele ainda não está pronto."

por O Estado

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