Foto: Matthew Stockman / Getty Images Roland Garros é conhecido por ser o Grand Slam "mais brasileiro" de todos. Além do tricampeonato de Gustavo Kuerten e do título de Marcelo Melo, em 2015, o torneio costuma receber muitos tenistas do Brasil por ser disputado no saibro. Porém, em 2018, apenas uma está garantida na chave principal da competição. Bia Haddad Maia, atual 63ª do ranking da WTA, entrou direto e disputará o torneio pela segunda vez na carreira. No masculino, os jogadores vão precisar passar pelo qualifying.
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| Foto: Agência AP |
Nas eliminatórias dos 100m borboleta, Daynara de Paula sofreu. Bateu na frente em sua série, mas uma pane no relógio atrasou a confirmação do resultado em quase dez minutos. Na final, a brasileira tinha pressa. Estava nos ombros dela a chance de conquistar a primeira medalha de ouro do Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Bateu na trave. Ela bateu em 59s30, mas não foi o suficiente para roubar o ouro da americana Clair Donahue, que cravou 58s73.
- Tentei passar mais econômica nos primeiros 50 metros, para tentar buscar depois. Quase consegui, mas as últimas três braçadas escaparam. Está boa a prata para o Brasil, para começar a natação acho que vale muito – afirmou Daynara ao sair da piscina.
O país já tinha batido na trave do ouro duas vezes antes com Yane Marques, que conquistou a prata no pentatlo moderno, e no taekwondo, em que Márcio Wenceslau ficou com o bronze.
por Lydia Gismondi - Globo.com

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