Bia Haddad única brasileira a entrar na chave principal em Roland Garros

Foto: Matthew Stockman / Getty Images Roland Garros é conhecido por ser o Grand Slam "mais brasileiro" de todos. Além do tricampeonato de Gustavo Kuerten e do título de Marcelo Melo, em 2015, o torneio costuma receber muitos tenistas do Brasil por ser disputado no saibro. Porém, em 2018, apenas uma está garantida na chave principal da competição. Bia Haddad Maia, atual 63ª do ranking da WTA, entrou direto e disputará o torneio pela segunda vez na carreira. No masculino, os jogadores vão precisar passar pelo qualifying.

Natação: Brasileiras ficam com a prata no 4x200m livre

Natação: Brasileiras ficam com a prata
Foto: Reinaldo Marques / Terra
>> Chegar nas americanas parecia uma missão impossível. A disputa pelo ouro no revezamento 4x200m livre perdeu a graça assim que a equipe dos Estados Unidos disparou na piscina em Guadalajara. A briga passou a ser pela prata, e aí o Brasil não decepcionou. Joanna Maranhão, Jéssica Cavalheiro, Manuella Lyrio e Tatiana Lemos seguraram a pressão das mexicanas e garantiram o segundo lugar na noite de terça-feira.

- A gente conseguiu se superar. Quando nada as quatro, a emoção fica bem distribuída. A gente não nada sozinho, temos certeza que tem três pessoas e o Brasil inteiro torcendo pela gente. Estamos tentando dar um “upgrade” nesse revevamento, que estava há muito tempo sumido, mas já fez muita história – disse Jéssica Cavalheiro, de 20 anos.

Sem dificuldades, as americanas cravaram o tempo de 8m01s18. O Brasil fechou a prova em 8m09s89, enquanto as mexicanas, que levantaram a torcida ao entrarem para a competição vestindo sombreros, chegaram logo atrás com 8m12s19.

Joanna Maranhão, que tinha nadado os 200m medley pouco tempo antes, abriu a prova sem se poupar, apesar de ter machucado o dedo na disputa anterior. Fez as duas primeiras viradas na frente, mas perdeu ritmo e entregou em terceiro lugar para Jéssica Cavalheiro. Com a mexicana ao lado perdendo força, Jéssica entregou em segundo para Manuella Lyrio, que manteve a posição. Tatiana Lemos pulou para a última parte da prova tentando defender a prata contra a mexicana Suzana Escobar, que vinha logo atrás. A americana Amanda Kendall já tinha disparado na frente, garantindo o ouro, e a brasileira conseguiu segurar a segunda colocação.

- Na hora, não dói muito. Eu só tentei cair na água com a mão direita embaixo, deixar a mão esquerda apoiada. Na hora, com a adrenalina, não dói. Agora que está doendo um pouquinho. Mas agora tenho mais de 14 horas até a prova de amanhã. Então, é tempo suficiente para recuperar esse dedo - afirmou Joanna, que bateu com o dedo indicador da mão esquerda na borda, no fim da prova dos 200m medley.

por Lydia Gismondi - GloboEsporte.com

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