Foto: Matthew Stockman / Getty Images Roland Garros é conhecido por ser o Grand Slam "mais brasileiro" de todos. Além do tricampeonato de Gustavo Kuerten e do título de Marcelo Melo, em 2015, o torneio costuma receber muitos tenistas do Brasil por ser disputado no saibro. Porém, em 2018, apenas uma está garantida na chave principal da competição. Bia Haddad Maia, atual 63ª do ranking da WTA, entrou direto e disputará o torneio pela segunda vez na carreira. No masculino, os jogadores vão precisar passar pelo qualifying.
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| Foto: Reinaldo Marques / Terra |
>> Basta olhar rapidamente para as atletas de ginástica rítmica para perceber as semelhanças com o tipo físico das modelos. Mulheres longilíneas, magras e com rostos que se destacam. Pensando neste tipo de beleza que a técnica da Seleção Brasileira, Camila Ferezin, começou a traçar o que seria sua equipe ideal.
Além das qualidades técnicas, a treinadora afirmou que se concentrou também em pegar diversas características das mulheres brasileiras para montar o time que irá disputar os Jogos Pan-Americanos. O resultado foi uma mescla com vários tipos como: uma manauara que possui alguns traços indígenas, uma descendente de japonês, além de duas morenas e duas meninas que parecem vindas da Europa.
"Além da técnica, da mobilidade, da flexibilidade, a beleza também é parte importante da nossa modalidade. Então, obviamente, que na hora de montar a equipe levei isso em consideração. O resultado é positivo, já que na nossa participação no Mundial, muitos disseram que éramos o conjunto mais bonito do torneio", afirmou Camila.
Apesar de andarem com a "cara lavada" durante os treinamentos, a preocupação com o cabelo continua, com cuidado no penteado e diversas presilhas. Segundo a capitã da equipe, Luisa Matsuo, em dias de competição, a preparação chega a durar mais de duas horas. "Temos que nos preocupar com tudo. Roupa, penteado, maquiagem e isso leva um bom tempo".
Além do aspecto físico, a equipe brasileira tentará cativar os jurados com outras artimanhas que lembram o País. As fitas e arcos são verdes e amarelos. Nas fitas, principalmente, as cores da bandeira do Brasil ficarão muito destacadas durante a apresentação que a equipe fará em Guadalajara.
A música também traz características do Brasil. Durante o tema que irá embalar a equipe é possível escutar uma batida semelhante ao que é visto nas escolas de samba do Rio de Janeiro. De acordo com Luisa, a intenção principal é aproximar o público mexicano, que ama o Brasil, para apoiar a equipe.
"Claro que esperamos cativar o público com esta música. Tem alguns detalhes de samba, que devem fascinar os mexicanos durante os Jogos Pan-Americanos", disse a capitã da equipe brasileira em solo mexicano.
por Terra

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