Foto: Matthew Stockman / Getty Images Roland Garros é conhecido por ser o Grand Slam "mais brasileiro" de todos. Além do tricampeonato de Gustavo Kuerten e do título de Marcelo Melo, em 2015, o torneio costuma receber muitos tenistas do Brasil por ser disputado no saibro. Porém, em 2018, apenas uma está garantida na chave principal da competição. Bia Haddad Maia, atual 63ª do ranking da WTA, entrou direto e disputará o torneio pela segunda vez na carreira. No masculino, os jogadores vão precisar passar pelo qualifying.
O nado sincronizado brasileiro teve uma boa notícia e outra nem tanto nesta 4ª feira 20/7, no Mundial de Xangai. Nas provas de rotina livre, a equipe conseguiu classificação para a final, com a “Era robótica”. Já no solo livre, a “mulher-gato” Giovana Stephan ficou de fora por não ter conseguido se classificar entre as 12 finalistas.
A equipe brasileira totalizou 85,770 pontos (42,900 no “mérito técnico” e 42,870 em “impressão artística”) e foi a 11ª das 24 seleções que se apresentaram, uma posição melhor do que no Mundial anterior, há dois anos em Roma, e à frente do México (85,110), rival direto nos Jogos Pan-Americanos. Já Giovana terminou em 14º no solo livre, com 84,390 em 32 solos apresentados. Giovana também melhorou uma posição em relação à Roma/2009.
O melhor desempenho nas duas provas em Xangai coube à Rússia: 98,440 em equipe livre e 98,190 com a solista Natalia Ishchenko.
A final do solo é ainda hoje (qua) à noite (manhã no Brasil), mas a final de equipes é na noite de sábado, 23/7, a partir das 19 horas (8h, de Brasília).
O Brasil participa do Mundial de Xangai com recursos dos Correios, Bradesco/Lei de Incentivos Fiscais, Lei Agnelo/Piva e Speedo.
por Eliana Alves / Souza Santos
Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos
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