Foto: Matthew Stockman / Getty Images Roland Garros é conhecido por ser o Grand Slam "mais brasileiro" de todos. Além do tricampeonato de Gustavo Kuerten e do título de Marcelo Melo, em 2015, o torneio costuma receber muitos tenistas do Brasil por ser disputado no saibro. Porém, em 2018, apenas uma está garantida na chave principal da competição. Bia Haddad Maia, atual 63ª do ranking da WTA, entrou direto e disputará o torneio pela segunda vez na carreira. No masculino, os jogadores vão precisar passar pelo qualifying.
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| Foto: Poloaquático.com.br |
A tabela parecia complicada, desgastante e assustadora. Apesar dos quatro jogos seguidos, a única equipe a enfrentar a maratona, a atacante Melina Teno disse ter ficado satisfeita e acredita que o Pinheiros poderá se beneficiar. Afinal, a equipe entrará com mais ritmo de jogo, além de trazer a experiência do sistema de pontos corridos, adquirida durante a disputa do Campeonato Paulista.
“Na verdade, eu penso que a tabela até ajuda o Pinheiros. Nosso time costuma entrar forte desde o início e não evoluir dentro da competição. Assim, poderemos decidir rápido o nosso destino na competição. Estamos treinando forte a parte física, mas nesses últimos dias vamos ensaiar algumas jogadas”, disse Melina, que lamentou não ter final
“É uma pena porque quase não tem campeonato. Final sempre é final. Mas desta vez não quiseram, paciência. O Pinheiros pode se adaptar a qualquer formato de competição. Concordo com a Camila, o nível dos jogos tende até a ser mais forte. O que precisamos é administrar os jogos. Fazer o resultado o mais rápido possível nos jogos para poder rodar o elenco”, comentou Melina, que só perdeu uma partida atuando pelo Pinheiros, entre 2004-10.
Fonte: Poloaquático.com.br
Por Eduardo Vieira de Souza

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