Foto: Matthew Stockman / Getty Images Roland Garros é conhecido por ser o Grand Slam "mais brasileiro" de todos. Além do tricampeonato de Gustavo Kuerten e do título de Marcelo Melo, em 2015, o torneio costuma receber muitos tenistas do Brasil por ser disputado no saibro. Porém, em 2018, apenas uma está garantida na chave principal da competição. Bia Haddad Maia, atual 63ª do ranking da WTA, entrou direto e disputará o torneio pela segunda vez na carreira. No masculino, os jogadores vão precisar passar pelo qualifying.
No sábado, dia 25 de setembro, a Urece Esporte e Cultura ministrou a III Clínica de Futebol para Mulheres cegas. A iniciativa, que faz parte de um ambicioso projeto de fomento desta nova modalidade em todo o país, conta com patrocínio da Copagaz Indústria de Gás e apoio da Federação de Esportes para Cegos do Espírito Santo e da União de Cegos D. Pedro II (UNICEP). Outras clínicas já foram realizadas nas cidades de Itajaí e Fortaleza.
Ministradas pelos atletas Anderson Dias da Fonseca e Marcos Lima e pelo treinador de modalidade Fausto Penello, a clínica foi voltada basicamente para mulheres com deficiência visual que tinham o desejo de iniciar o esporte. Dessa forma, a Urece também levou duas de suas atletas, a campeã mundial Gisele Cristina e Jennifer Oliveira, que está iniciando na modalidade. Seus depoimentos foram de fundamental importância para que as mulheres presentes pudessem ter de perto o exemplo de outras praticantes bem sucedidas da modalidade.
A clínica reuniu nove mulheres, entre 12 e 40 anos, quase todas praticantes do goalball, modalidade desenvolvida especialmente para pessoas com deficiência visual. Além disso, participaram dois professores que têm a missão de, com os conhecimentos adquiridos, dar continuidade à modalidade, de modo que as meninas poderão seguir treinando.
"A gente tentou aqui algumas vezes começar a modalidade, mas por vários motivos, as coisas não foram à frente. A Urece hoje nos deu o empurrãozinho que a gente precisava, mostrando que essas meninas são capazes", conta a atleta e coordenadora do evento no Espírito Santo, Valkilene Lannes.
Saiba mais sobre o projeto das clínicas de futebol para cegos da Urece Esporte e Cultura.
Fonte: Vida Mais Livre
A clínica reuniu nove mulheres, entre 12 e 40 anos, quase todas praticantes do goalball, modalidade desenvolvida especialmente para pessoas com deficiência visual. Além disso, participaram dois professores que têm a missão de, com os conhecimentos adquiridos, dar continuidade à modalidade, de modo que as meninas poderão seguir treinando.
"A gente tentou aqui algumas vezes começar a modalidade, mas por vários motivos, as coisas não foram à frente. A Urece hoje nos deu o empurrãozinho que a gente precisava, mostrando que essas meninas são capazes", conta a atleta e coordenadora do evento no Espírito Santo, Valkilene Lannes.
Saiba mais sobre o projeto das clínicas de futebol para cegos da Urece Esporte e Cultura.
Fonte: Vida Mais Livre

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